Artigos 2 —
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YouTube.com/shorts/2GrP_2BPIuQ Haiti: https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412929983287341058?s=21 Magnicídio! https://augustaambulancias.blogspot.com/2021/07/haiti-magnicidio.html
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Sou Casado & Conheci Damares! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412935386784051201?s=21
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Vossa excelência= Omar Aziz votou pela privatização da Eletrobras! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412938544046350336?s=21
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Confesso que GARGALHEI na parte do "gozam de grande credibilidade junto a nossa sociedade conquistada ao longo dos séculos?" https://twitter.com/fiscaldoibama/status/1412933986024820740?s=21
Que auto estima da Porra, hein?
Tem no curriculo mais participação em golpes do que em guerras, MAIS chacinas do que batalhas.
Credibilidade deve ter outra definição na caserna...
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https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412944260949762048?s=21 O INSS exige prova de vida dos segurados, eles deveriam exigir provas das filhas dos militares= solteiras amasiadas= que nunca se casam= pra receber pensão vitalícia! https://twitter.com/_10000feet/status/1412946443069952000?s=21 Bolsonarista= Maitê Proença é uma delas: https://twitter.com/guerreiracomun1/status/1412797266805596163?s=21
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Renan teve uma ótima sacada confiscando o celular do Dominguetti! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412949450457223170?s=21
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O Exército Pateta! https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/batalha-das-toninhas-um-jocoso-erro-da-marinha-brasileira-que-entrou-para-historia-na-primeira-guerra-mundial.phtml BATALHA DAS TONINHAS: O INACREDITÁVEL ERRO DA MARINHA BRASILEIRA QUE FICOU MARCADO NA HISTÓRIA DA PRIMEIRA GUERRA!
O Cruzador Bahia foi escalado para lutar junto à entente no Mediterrâneo no ano de 1918 — mas errou feio o alvo…
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O erro da Pfizer foi mandar a proposta por e-mail institucional e não tomar um chope casualmente por aí. https://twitter.com/sacha_faria/status/1412789205168689156?s=21
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Pemerintah sudah membuat aturan harga eceran tertinggi obat — obatan untuk penanganan pandemi Covid-19. Pemerintah akan lakukan tindak tegas bagi para pelaku penimbun dan para pemain harga obat — obatan. PPKM Atasi Covid https://twitter.com/seorangpejuang5/status/1412926526287323138?s=21
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Era Colorado & Virei Corintiano Faz Tempo! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1412961400566206467?s=21
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Mafioso ou Lunático?
Dilema do Bolsonaro: nomear para o STF um mafioso do centrão magistocrático ou um lunático da inquisição pentecostal https://twitter.com/conradohubner/status/1412872430679465986?s=21
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https://www.france24.com/es/europa/20210707-francia-condena-ciberacoso-mila-islam Varias personas participaron en el linchamiento digital de Mila por sus duras publicaciones en redes sociales en contra del Islam.
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Alguém ainda quer meio-fio pintado em troca de= aposentadorias vitalícias & hospitais com planos de saúde caros pra cada militar? Melhor sem exército! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413069718404141057?s=21
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Loco! https://youtu.be/D8GP_LsGKcM Voy a salir a caminar solito;
Sentarme en un parque a fumar un porrito;
Y mirar a las palomas comer el pan que la gente les tira;
Y reprimir el instinto asesino;
Delante de un mimo de un clown;
Hoy estoy down violento down radical;
Pero tengo aprendido el papel principal;
Yo soy un loco!
Que se dio cuenta;
Que el tiempo es muy poco;
Na na na na;
Na na na na na… https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413073100456046592?s=21
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8/7/2019; https://www.facebook.com/100002914128794/posts/2366238626816585/?d=n É Vermelha Sim! #PauBrasil árvore de até 30 metros (#CaesalpiniaEchinata) da família das #Leguminosas, subfamília #Cesalpinioídea, que outrora habitava o litoral brasileiro, do #RioGrandeDoNorte até o #RioDeJaneiro, hoje bastante rara, com casca tanífera, madeira de cerne vermelho e tinta da mesma cor, folíolos pequeninos, flores amarelas e vagens oblongas, cultivada como ornamento com uso medicinal; #Arabutã, #Arubatã, #Árvore-Do-Brasil, Brasilaçu, #Brasilete, #Brasileto, #Brasil-Rosado, #Ibirapiranga, #Ibirapitá, #Ibirapitanga, #Ibirapuitá, #Imbirapatanga, #Muirapiranga, #Orabutã, #Pau-De-Pernambuco, Pau-De-Tinta, Pau-Pernambuco, Pau-Rosado, Pau-Vermelho, #Sapão.
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8/7/2019; https://www.facebook.com/100002914128794/posts/2365842103522904/?d=n A long time ago in a Republic Curitibana...
⚖️The Intercept🦆
🧶 #Moro Garantiu A Prisão De Lula ⛓🛩 Quando Teori Saiu De Cena!
Via Patrícia Lélis; Siga o fio: 🧵
🧶 #Teori, Ministro do Supremo era crítico da #LavaJato. Ele poderia reconhecer a inocência de Lula, porém sofre o 'Acidente' aéreo em 2017;
🧶 O Delegado da #PF que investigava a morte de Teori foi assassinado por um frequentador do #ClubeDeTiro38👉🏻 frequentado pela família #Bolsonaro;
🧶 #Adélio (autor da #Facada) foi no Clube De Tiro 38 no mesmo dia que #CarlosBolsonaro;
🧶 Adélio desempregado teve que desembolsar R$ 600,00 pela hora de disparos no Clube... Ele Hospedou-se vários dias em #Florianópolis e logo viajou pra #JuizDeFora #MG pagando R$ 400,00 em espécie pela hospedagem numa pensão;
🧶 Após estar no mesmo Clube De Tiro na data que Adélio esteve #CarlosBolsonaro também viaja para #JuizDeFora acompanhar o #Bozo Pai na passeata;
🧶 Após uma semana da facada morrem: a dona da pensão e seu hóspede antigo;
🧶 O homicida de #Marielle é vizinho de Bolsonaro no Condomínio Da #Barra;
🧶 Os filhos de Bolsonaro prestaram anteriormente inúmeras homenagens para policiais milicianos condenados pela acusação do homicídio da Juíza rigorosa no combate da milícia #PatriciaAcioli em #SãoGonçalo;
🧶 Vários desses milicianos e seus familiares foram assessores políticos da #FamíliaBolsonaro 👉🏻#FaMilícia;
🧶 Moro mancomunado com desembargadores do #TRF4 prende #Lula na segunda instância em tempo recorde e sem provas;
🧵 #Lula fica inviabilizado como candidato pela prisão inconstitucional (#PrisãoPolítica);
🧶 Há Seis dias do segundo turno eleitoral Moro divulga parte do conteúdo da delação de #Palocci, depoimento desprezado pelo #MinistérioPúblico #MP por inconsistência nas acusações contra 🧔🏻🦑Lula, documento interferindo no andamento das eleições;
🧶 Ainda no exercício do cargo de Juiz Moro comete um crime indo na residência de Bolsonaro no Rio De Janeiro para tratar o cargo de Ministro Da Justiça!
🧶 Termina o pleito eleitoral... Moro assume como #Ministro esperando indicação para próxima cadeira do Supremo Tribunal Federal #STF (#MinistérioEvangélico);
🧶 Estas informações extraídas dos jornais por #TúlioNorte estão publicadas na grande mídia!
.PPT⚖️👉🏻🍼💦🦆💩...💳......👃🏻🔫🤡🇧🇷https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413078149756297216?s=21
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Pro Lula nunca foi sugerido pagamento fiança! Já o milico corrupto pagou Mil Reais pra sair. https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413080168957153283?s=21
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В МИД Франции призвали страны ЕС не признавать вакцины от коронавируса, созданные в России и Китае. Об этом заявила госсекретарь при МИД Франции Клеман Бон https://twitter.com/rt_russian/status/1413025895649054721?s=21
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🧪 COVID-19 Science Update:
Read the latest research on how COVID-19 has reduced life expectancy, especially among older people and some racial and ethnic minority groups. Plus, the latest findings on COVID-19 vaccine booster doses and more.
👓 Read the full update: https://www.cdc.gov/library/covid19/07022021_covidupdate.html
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As Forças Armadas, ao invés de soltar notinha dando chilique, podiam retirar o sigilo de 100 anos nas tretas do Pazuello e demonstrar um mínimo de constrangimento com tanta gente fardada metida nesse necrotério com nome de Ministério Da Saúde. https://twitter.com/cruz_elianalves/status/1412925700227702786?s=21
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COVID-19 cases are on the rise in the United States, especially in parts of the Southern, Midwestern, and Western regions of the country. The 7-day average of new daily cases is 13,859, up 10.8% from the previous 7-day period. Take steps to slow the spread in your community. Get vaccinated as soon as you can. If you are not fully vaccinated, take actions to protect yourself.
• Wear a mask over your nose & mouth.
• Stay at least 6 feet from others.
• Avoid crowds & poorly ventilated spaces.
• Wash your hands often.
If you are fully vaccinated, you can resume activities you did before the pandemic.
More data: https://covid.cdc.gov/covid-data-tracker/#cases_casesper100klast7days
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Family Presence During EMS Resuscitations: Research Review — Emergency Medical Services (EMS) System / Presença Da Família Durante Ressuscitações do EMS: Análise de Pesquisa — Sistema de Serviços Médicos de Emergência (EMS)! https://www.linkedin.com/pulse/family-presence-during-ems-resuscitations-research-da-compagnoni
Family presence during EMS resuscitations: Research review — Emergency Medical Services (EMS) System EMS1 https://www.ems1.com/research/articles/good-grief-should-family-members-be-present-during-prehospital-resuscitations-9ztcxzYNRx6krluP/
This article originally appeared in the National Association of EMS Physicians blog and is reprinted here with permission.
Good grief! Or at least that is what we hope for when managing end-of-life scenarios as healthcare professionals. When patients are being actively resuscitated, whether in the prehospital environment or inside the hospital, all efforts have traditionally focused on just the patient, including training elements. Despite the family frequently being present or immediately available in the pre- and peri-resuscitation periods, healthcare professionals are rarely trained to cover this affective element of care and, therefore, often neglect to include them or consider their needs during this critical period.
While a resuscitation can be chaotic in a hospital environment, with many more personnel and resources, it can be even more chaotic in the prehospital setting, with variables such as emotionally charged family members, lack of appropriate security, and an austere and unfamiliar environment to EMS clinicians. When combined with a sudden or unexpected illness or death, this can cause a highly complicated grieving process for the surviving family members.
Over the past 30 years, there has been an explosion of research on this affective component of resuscitation, to determine if Family Presence During Resuscitations (FPDR) was valuable and important, affected grief and bereavement, led to PTSD symptoms, or had any impact (negative or positive) on the performance of the Healthcare Professionals.
https://media.cdn.lexipol.com/article-images/070621_FPDR.jpeg
Are there any drawbacks to involving family members during EMS resuscitations?
Let me cut to the punch line: Routine family presence during resuscitations is generally beneficial for family members and clinicians, and at a minimum, family members should be offered the opportunity to remain with their loved one during the resuscitation.
Advantages of FPDR
First, understand that most of the available literature on this subject is based on surveys and opinions, with a few more scientific trials, including one UK study where 25 families were randomized to either remain with their loved one during resuscitation or were not given a choice and directed to a nearby family room [1]. The study showed such overwhelming benefit to the family being present during resuscitation that it was stopped early.
Another higher-quality study in 2013 randomized 570 relatives of EMS cardiac arrest patients at home to observe the resuscitation or remain nearby but out of sight. Ninety days later, they were interviewed by a trained psychologist, and it was determined that family members were 1.7x less likely to have PTSD-related symptoms and had a statistically significant reduction in anxiety and depression when they were involved in the resuscitation. Furthermore, their presence did not affect the resuscitation characteristics, patient survival, or the level of emotional stress in the EMS clinicians, and there were no medicolegal claims as a result of their presence [2].
In additional studies based on surveys after the resuscitation, it was determined that 94% and 76% of families in two separate studies would have chosen to be present during the resuscitation if they had been given the choice again. In those same two studies, 76% and 64% stated that being present during the resuscitation helped to ease their grief, 60% and 64% believed that their presence helped their loved one, and 100% of families believed that everything appropriate was done for their family [3,4].
Impact on healthcare providers
What about the impact on the healthcare providers? In the same study mentioned above, 97% of the providers agreed that family behavior was appropriate and expressed overwhelming support for continued FPDR [4]. It is believed that many EMS clinicians suffer repeated emotional trauma as they work multiple cardiac arrests over their career, and higher affective competency and advocacy for surviving family members can lead to positive feedback, an improved sense of purpose, and a sense of closure on these calls where the provider may otherwise feel discouraged and empty.
The benefits of FPDR are so widely recognized that many professional organizations now advocate for and endorse FPDR, including the American Heart Association, American Association of Critical-Care Nurses, the Emergency Nurses Association, and the Resuscitation Council (UK) [5-8].
EMS clinicians may wonder about the motivation of family members who want to be present during the resuscitation of their loved one. One EMS study in 2016 sought to determine this very answer, and responses of 75 individuals fell into one of the following four themes [9]:
- Desire to participate in the resuscitation process or to support their loved one;
- Communicate the patient’s wishes or medical information to the treating EMS clinicians;
- Increased awareness of the critical condition and enhance the perception of the reality of death by observing an unsuccessful resuscitation;
- Seeking a feeling of relief in witnessing excessively heroic treatments.
Encouraging FPDR can help the family members to feel as if EMS is seeing the human side of their loved one, rather than just another patient. It can also allow the family members to see that all efforts were being made to resuscitate their loved one and can lead to an earlier sense of closure, which is a very important part of the grieving process in the event of an unsuccessful resuscitation. Additionally, FPDR can lead to improved transparency and communication among EMS clinicians performing the resuscitation and respect the autonomous wishes of the surviving family members.
Challenges and considerations with FPDR
Are there any drawbacks to involving family members during EMS resuscitations? Opponents of FPDR focus on a few different points, but I would argue that these are more areas for consideration rather than contraindications to FPDR.
A representative list includes the following:
- “We must consider the wishes of the patient, who may or may not want their loved one to be a witness to the resuscitation.”
- Response. Unless this wish was explicitly stated in an advance directive, and with the current understanding about the benefits to the family member, the psychological benefits to the family members would outweigh the risks to patient privacy. Also, the studies were not designed to interview surviving patients of resuscitation to determine if they believed having their family present helped the resuscitation, so it is impossible to make assumptions from the patient’s perspective, and we only have the family member’s perspective to consider in these scenarios;
- “The literature is mostly based off of survey studies, which is fairly weak evidence in the hierarchy of literature.”
- Response. True, but the few randomized controlled trials, which are much higher in the hierarchy of evidence, showed statistically significant psychological benefits.
- “The family can become disruptive to the resuscitation.”
- Response. While this can be an initial deterrent, most EMS clinicians should be able to do a scene size-up and determine if the family member possesses the emotional stability to remain on scene and not become a danger or hindrance to the resuscitation. A designated team member should remain with the family to explain what is happening in layman’s terms and offer emotional support. Most family members will be more cooperative when the events are communicated to them. This also helps them become an ally to a successful resuscitation by providing history or to understand the degree of efforts put forth to save their family member if the resuscitation should end with termination. If the EMS clinician still feels that the family member would pose a threat, then it’s reasonable to escort that family member away from the scene or involve other personnel on scene to distract the family member away from the primary team performing the resuscitation;
- “The family member could become harmed or have a bloodborne pathogen exposure.”
- Response. While this is true for the EMS clinicians as well, the family members may not have the opportunity to be fully informed of the risks prior to agreeing to remain present during the resuscitation. This risk can be mitigated by having the family member remain present with another team member, but not hovering over the patient or placing themselves in danger of a needlestick, accidental electrical shock from the cardiac monitor or AED, or having blood or saliva splashed on them. Personally, I have often allowed family members to hold the hand of their loved one during resuscitations if they prefer, and still able to manage a proper resuscitation without the family member interfering with our resuscitation or being in any danger;
- “The urban environments and traumatic arrests usually lead to more hostile bystanders and family members, as well as overall negative impact on providers during resuscitations.”
- Response. There are two older studies addressing this statement, with one study surveying American Association for the Surgery of Trauma (AAST) and Emergency Nurses Association (ENA), demonstrating that AAST members, who were more likely to be older white males practicing significantly longer, took a more paternalistic approach and thought that FPDR was inappropriate, interfered with patient care and increased stress of trauma team members, compared to the ENA members who, although treating the same patient population, took nearly a 3:1 ratio in favor of FPDR [10]. A second study compared urban and suburban EMS clinicians and urban EMS clinicians had a statistically significant increase in feeling threatened by family members or that FPDR interfered with resuscitation, but otherwise no statistical differences between urban and suburban EMS clinicians when it came to feeling uncomfortable with FPDR or believing that it had an overall negative impact on the resuscitation [11].
What does this mean for our EMS clinicians and how should this change your practice?
As EMS focuses more and more on resuscitation on scene to improve patient outcomes, it’s time to consider the family and the importance of their presence during all resuscitations where the scene is conducive to their involvement. Despite not being traditionally trained for this affective component of our work, it is a highly valuable tool to effectively treat the surviving family member(s) and improve the grieving process. These difficult conversations with family members require compassion, transparency, honesty and leadership. These conversations do not come naturally require practice before they feel natural and comfortable.
In summary, when weighing the decision to involve family members during EMS resuscitations, make sure of the following key points:
- The family member(s) are willing to observe the resuscitation;
- The family member(s) are not anticipated to interfere with the resuscitation;
- A designated team member with effective and compassionate communication skills and enough knowledge of the resuscitation can remain with the family member(s) to explain what is occurring and likely future steps, answer questions, liaison between the family and the team, and provide grief support as needed.
Family presence during resuscitations conclusions
Routine family presence during resuscitations is generally beneficial for family members and clinicians, and at a minimum, family members should be offered the opportunity to remain with their loved one during the resuscitation. With practice and continued intentional efforts, EMS clinicians can become just as skilled at this component as they are with management of the resuscitation itself.
Death and the intimacy of truth: A lesson for EMS leaders; Even when we as healthcare providers must deliver hard truths, there can be an intimacy and a human connection that comes with honesty in the worst of circumstances…
Even when we as healthcare providers must deliver hard truths, there can be an intimacy and a human connection that comes with honesty in the worst of circumstances.
References
1. Robinson, S., Campbell-Hewson, G., & Prevost, T. (1998). Effect of witnessed resuscitation on bereaved relatives. The Lancet, 352(9143), 1863.
2. Jabre, P., et al. (2013). Family presence during cardiopulmonary resuscitation. The New England journal of medicine, 368(11), 1008–1018.
3. Doyle, C. J., Post, H., Burney, R. E., Maino, J., Keefe, M., & Rhee, K. J. (1987). Family participation during resuscitation: An option. Annals of Emergency Medicine, 16(6), 673–675.
4. Meyers, T. A., Eichhorn, D. J., Guzzetta, C. E., Clark, A. P., Klein, J. D., Taliaferro, E., & Calvin, A. (2000). Family presence during invasive procedures and resuscitation. American Journal of Nursing, 100(2), 32–42.
5. Morrison, L. J., Kierzek, G., Diekema, D. S., Sayre, M. R., Silvers, S. M., Idris, A. H., & Mancini, M. E. (2010). Part 3: Ethics: 2010 American Heart Association Guidelines for Cardiopulmonary Resuscitation and Emergency Cardiovascular Care. Circulation, 122(18_suppl_3).
6. American Association of Critical-Care Nurses. Family presence during resuscitation and invasive procedures. http://www.ipfcc.org/bestpractices/Family-Presence-04-2010.pdf . Updated April 2010. Accessed May 25, 2021.
7. Emergency Nurses Association. Clinical practice guideline: family presence during invasive procedures and resuscitation in the emergency department.
https://pdfs.semanticscholar.org/db2d/eb0a0f4bb30f91f5fa3ef7fe6d512ba86fcb.pdf . Updated 2012. Accessed January 9, 2018.
8. Bossaert LL, Perkins GD, Askitopoulou H, et al; Ethics of Resuscitation and End-of-Life Decisions Section Collaborators. European Resuscitation Council guidelines for resuscitation 2015: section 11. The ethics of resuscitation and end-of-life decisions. Resuscitation. 2015;95:302-311.
9. De Stefano, C., Normand, D., Jabre, P., Azoulay, E., Kentish-Barnes, N., Lapostolle, F., Baubet, T., Reuter, P.-G., Javaud, N., Borron, S. W., Vicaut, E., & Adnet, F. (2016). Family Presence during Resuscitation: A Qualitative Analysis from a National Multicenter Randomized Clinical Trial. PLOS ONE, 11(6).
10. Helmer, S. D., Smith, R. S., Dort, J. M., Shapiro, W. M., & Katan, B. S. (2000). Family Presence during Trauma Resuscitation: A Survey of AAST and ENA Members. The Journal of Trauma: Injury, Infection, and Critical Care, 48(6), 1015–1024.
11. Compton, S., Madgy, A., Goldstein, M., Sandhu, J., Dunne, R., & Swor, R. (2006). Emergency medical service providers’ experience with family presence during cardiopulmonary resuscitation. Resuscitation, 70(2), 223–228.
Presença da Família Durante Ressuscitações do EMS: Análise de Pesquisa — Sistema de Serviços Médicos de Emergência (EMS) EMS1 https://www.ems1.com/research/articles/good-grief-should-family-members-be-present-during-prehospital-resuscitations-9ztcxzYNRx6krluP/
Este artigo foi publicado originalmente no blog da National Association of EMS Physicians e foi reproduzido aqui com permissão: http://www.naemsp-blog.com/
Minha nossa! Pelo menos é o que esperamos nos cenários finais de vida como profissionais de saúde. Quando os pacientes estão sendo ressuscitados ativamente, seja no ambiente pré-hospitalar ou dentro do hospital, todos os esforços tradicionalmente se concentram apenas no paciente, incluindo os elementos de treinamento. Apesar da família estar frequentemente presente ou imediatamente disponível nos períodos pré e perireanimação, os profissionais de saúde raramente são treinados para cobrir o elemento afetivo do cuidado e, portanto muitas vezes deixam de incluí-los ou considerar necessidades durante esse período crítico.
Embora uma ressuscitação possa ser caótica em um ambiente hospitalar, com mais pessoal e recursos, pode ser ainda mais caótica no ambiente pré-hospitalar, com variáveis como membros da família emocionalmente carregados, falta de segurança adequada e um ambiente austero e desconhecido para Clínicos EMS. Quando combinado com uma doença + morte súbita ou inesperada, isso pode causar um processo de luto altamente complicado para os membros sobreviventes da família.
Nos últimos 30 anos, houve uma explosão de pesquisas sobre este componente afetivo da ressuscitação, para determinar se a Presença da Família Durante Ressuscitações (Family Presence During Resuscitations — FPDR) é valiosa e importante, afetação do luto, sintomas de Transtorno de Estresse Pós-traumático https://www.ems1.com/mental-health/articles/ptsd-quiz-find-out-if-you-are-experiencing-symptoms-vyKTLDp8RvCYyvwZ/ (Post-Traumatic Stress Disorder — PTSD) ou algum impacto (negativo ou positivo) no desempenho dos Profissionais de Saúde.
https://media.cdn.lexipol.com/article-images/070621_FPDR.jpeg
Há alguma desvantagem em envolver os membros da família durante as reanimações do EMS? https://media.cdn.lexipol.com/article-images/070621_FPDR.jpeg
Vamos direto ao ponto: presença rotineira da família durante as ressuscitação geralmente é benéfica para os familiares e médicos e, no mínimo, os membros da família devem ter oportunidade de permanecer com seus entes queridos durante reanimações.
Vantagens da FPDR
Em primeiro lugar, entenda que maior parte da literatura disponível sobre este assunto é baseada em pesquisas e opiniões, com alguns ensaios científicos, incluindo um estudo do Reino Unido onde 25 famílias foram randomizadas para permanecer com seus entes queridos na ressuscitação ou direcionadas sem escolha para uma sala de família [1]. O estudo interrompido precocemente: demonstrou benefício impressionante para famílias presentes durante reanimações.
Outro estudo de alta qualidade em 2013 randomizou 570 parentes de pacientes com parada cardíaca socorridos em casa observando ressuscitações ou permanecendo por perto, mas fora da vista. Noventa dias depois, eles foram entrevistados por um psicólogo treinado= ele determinou que membros da família tinham 1,7 vezes menos probabilidade de ter sintomas relacionados ao PTSD= também houve redução estatística significativa da ansiedade e depressão quando familiares estavam envolvidos na ressuscitação. Além disso, presença da família não afetou características da ressuscitação, sobrevivência do paciente ou o nível de estresse emocional dos socorristas e médicos, tão-pouco houve reivindicações médico-legais como resultado da presença f as familiar [2].
Estudos adicionais baseados em pesquisas após ressuscitação= determinaram que 94% e 76% das famílias em 2 estudos separados= optaram estar presentes durante o resgate caso tivessem pudessem escolher novamente em outras emergências; Nestes mesmos 2 estudos, 76% e 64% afirmaram que estar presente durante reanimação ajuda aliviar o https://www.ems1.com/ems-advocacy/articles/ems-and-grief-understanding-your-emotions-I8EJBUX6JdnUAaeC luto, 60% e 64% acreditaram que dita presença ajuda entes queridos= e 100% das famílias acreditam que os recursos empregados na reanimações foram adequados [3,4].
Impacto nos provedores de saúde
Quanto ao impacto sobre os provedores de saúde? No mesmo estudo mencionado acima, 97% dos provedores concordaram que o comportamento familiar era apropriado e expressaram apoio esmagador pra FPDR [4]. Acredita-se que muitos médicos e socorristas sofrem repetidos traumas emocionais https://www.ems1.com/health-wellness/articles/planning-for-trauma-how-to-protect-ems-providers-mental-health-qMOfW1DScuO8CIa1 ao trabalharem atendendo múltiplas paradas cardíacas ao longo de sua carreira, competência afetiva advogando pelos membros da família próximos é feedback positivo pra sobrevivência, com sensação de conclusão do serviço= nestas chamadas que costumam deixar provedores desanimados= vazios.
Benefícios da FPDR são amplamente reconhecidos por muitas organizações profissionais que a defendem e endossam, inclusos: American Heart Association, American Association of Critical-Care Nurses, Emergency Nurses Association e Resuscitation Council (UK) [5-8].
Socorristas sempre perguntam: se familiares desejam estar presentes durante manobras de reanimação do seu ente querido? Estudo do EMS (de 2016) procurou determinar esta mesma resposta, respostas de 75 indivíduos enquadraram em um dos seguintes 4 temas [9]:
- Desejo de participar do processo de ressuscitação ou de apoiar seu ente querido;
- Comunique desejos ou informações médicas do paciente aos socorristas durante tratamento;
- Aumento da consciência sobre condição crítica e melhora da percepção da realidade de morte= observando uma ressuscitação malsucedida.
- Busca da sensação de alívio ao testemunhar tratamentos excessivamente heróicos.
Incentivar FPDR pode ajudar membros da família= sentirem socorristas vendo o lado humano de seu ente querido doente durante o resgate= tirando impressões de que é apenas outro atendimento (rotina); Também pode permitir que familiares vejam todos os esforços feitos na ressuscitação de seu ente querido em coma, isto é uma parte muito importante no processo de luto em casos de uma ressuscitação malsucedida; Além disso FPDR leva transparência e comunicação entre socorristas durante ressuscitação= que respeitam desejos autônomos dos familiares sobreviventes.
Desafios e considerações com FPDR
Há alguma desvantagem em envolver membros da família durante reanimações? Oponentes da FPDR se concentram em alguns pontos distintos, mas estas são áreas para consideração= antes que contraindicações pra FPDR; Esta lista representativa inclui o seguinte:
- “Considere os desejos do paciente, que pode ou não querer que seu ente querido seja uma testemunha da ressuscitação.”
- Resposta. A menos que dito desejo tenha sido declarado explicitamente em uma diretriz antecipada; Permita= sabendo sobre benefícios para membros da família presentes durante reanimações, já que= benefícios psicológicos para familiares superam os riscos de descumprir o pedido de privacidade do doente. Estudos não foram projetados para entrevistar sobreviventes de ressuscitações= determinando se doentes acreditavam que ter sua família presente ajudou na ressuscitação, então é impossível fazer suposições da perspectiva do paciente e, temos apenas perspectivas de membros da família a considerar nestes cenários;
- “A literatura é baseada principalmente em estudos de pesquisa, que é uma evidência bastante fraca na hierarquia literária.”
- Resposta. É verdade, mas os poucos ensaios clínicos randomizados, que são muito mais altos na hierarquia de evidências, mostraram benefícios psicológicos estatisticamente significativos;
- “A família pode atrapalhar a ressuscitação.”
- Resposta. Embora isto possa ser um impedimento inicial, o socorrista deve dimensionar o cenário https://www.ems1.com/safety/articles/5-scene-size-up-tips-for-ems-providers-T3cYoQlmWWsF1RlQ determinando se o membro da família possui estabilidade emocional para permanecer na cena e não se torne um perigo ou obstáculo na ressuscitação. Um membro designado da equipe deve permanecer com a família para explicar o que está acontecendo em termos leigos e oferecer apoio emocional. Maioria dos familiares serão cooperativos quando os eventos forem comunicados a eles. Isto também os deixa aliados para uma ressuscitação bem-sucedida, forneça uma história clínica para que familiares compreendam o grau de esforços feitos na tentativa de salvamento da vítima= caso tenha que suspender manobras de reanimação. Se o clínico socorrista ainda sentir que o membro da família representa uma ameaça, então é razoável escoltar dito familiar para fora do local= ou incumbir outro para distraí-lo= enquanto a equipe principal reanima o doente;
- “O membro da família pode ser prejudicado ou ter uma exposição ao patógeno transmitido pelo sangue.”
- Resposta. Embora isto seja verdade para socorristas, familiares podem não estar totalmente informados dos riscos antes de concordar em permanecer presentes durante uma ressuscitação. Este risco pode ser atenuado fazendo com que o membro da família permaneça presente com outro membro da equipe, mas não pairando sobre o doente ou se colocando em perigo em acidentes com agulhas, choque elétrico acidental do monitor cardíaco ou https://www.ems1.com/ems-products/aeds/articles/training-day-train-citizens-to-use-an-aed-VNiSXnx28te4s2yS Desfibrilador Externo Automático, também recebendo sangue e saliva espirrados. Muitas vezes é permitido que membros da família segurem a mão de seus entes queridos durante as reanimações, se preferirem, e ainda assim é possível administrar uma ressuscitação adequada sem que o membro da família interfira na reanimação ou corra qualquer perigo;
- “Os ambientes urbanos e prisões traumáticas geralmente deixam espectadores e familiares mais hostis, isto também gera um impacto negativo sobre os provedores durante ressuscitações.”
- Resposta. Dois Estudos antigos abordam esta afirmação, um estudo pesquisa Associação Americana para a Cirurgia do Trauma (American Association for the Surgery of Trauma — AAST) e Associação dos Enfermeiros de Emergência (Emergency Nurses Association — ENA)= demonstrando que membros da AAST= eram maioritariamente homens brancos velhos significativamente experimentados, demoraram em abordagens mais paternalistas e pensam que a FPDR é inapropriada, pois interfere no atendimento e aumenta o estresse dos membros da equipe de trauma, em comparação com os membros da ENA que, embora tratassem a mesma população, adotaram uma proporção de quase 3:1 a favor da FPDR [10]. Um segundo Estudo comparou médicos socorristas urbanos e suburbanos, médicos urbanos tiveram um aumento estatístico significativo no sentimento de ameaça por membros da família= incluso que a FPDR interferiu na ressuscitação, por outro lado= não há diferença estatística entre médicos Socorristas urbanos e suburbanos= quando se trata de estar desconfortável com FPDR ou acreditar que houve impacto geral negativo na ressuscitação [11].
Que isto significa para nossos médicos Socorristas e como isto deve mudar sua prática?
Serviços de Emergências se concentram cada vez mais na ressuscitação no local= para melhorar os resultados clínicos do doente= posteriores, é hora de considerar famílias e a importância de sua presença durante ressuscitações em cenários propensos ao envolvimento parental. Apesar de tradicionalmente ser negligenciado este componente afetivo no treinamento da equipes de regaste= isto é uma ferramenta altamente valiosa para lidar efetivamente com o(s) membro(s) da família e sobreviventes melhorando todo processo de luto. Estas conversas difíceis com os familiares exigem compaixão, transparência, honestidade e liderança. Estes diálogos não exigem prática= devem ser naturais e confortantes.
Em resumo, além da decisão de envolver membros da família durante ressuscitações de resgate, certifique-se dos seguintes pontos-chave:
- O(s) membro(s) da família estão dispostos pra observar manobras de ressuscitação;
- Será difícil prever que familiares interfiram na ressuscitação;
- Designe um membro da equipe do resgate com habilidade de comunicação eficaz + compassiva e conhecimento suficiente sobre ressuscitação= para permanecer com o(s) membro(s) da família= explicando aquilo que está ocorrendo e as prováveis etapas futuras + respondendo perguntas + estabelecendo ligação entre familiares e equipe + fornecendo também suporte de luto conforme necessário.
Presença da Família Durante Ressuscitação — Conclusões
A presença rotineira da família durante ressuscitação geralmente é benéfica para os familiares e médicos e, no mínimo, os membros da família devem ter oportunidade de permanecer com seu ente querido durante a reanimação. Com prática e esforços intencionais contínuos, os médicos do Resgate serão hábeis tanto neste componente= quanto no manejo da própria ressuscitação.
Consulte mais informações:
Morte e a intimidade da verdade: uma lição para líderes do Resgate; Mesmo quando nós, como provedores de saúde, devemos informar verdades duras, existe intimidade e conexão humana acompanhada de honestidade nas piores circunstâncias… https://www.ems1.com/patient-care/articles/death-and-the-intimacy-of-truth-a-lesson-for-ems-leaders-f9UuM3CGCosWbNCL/
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“Estocar Vento” é um termo científico pra= armazenar energia Eólica em baterias= acumulando cargas elétricas, isto já é feito na Europa! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413106473958350851?s=21
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SolidariedadEEE ao Brasil= quEEE caiu nas mãos duma péssima enfermeira ParanaensEEE! #TristEEE. https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413135981947936788?s=21 O Paraná dominou o Ministério da Saúde; Os milicos entraram e resolveram desalojá-lo. E a guerra pela bufunfa começou… https://twitter.com/zehdeabreu/status/1413131592780951553?s=21
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Num país de dimensões continentais e com 5.568 municípios, quem fará as entregas para os locais mais distantes e isolados se os Correios forem privatizados? https://twitter.com/samiabomfim/status/1412845757556834307?s=21
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URGENTE: Viúva de capitão Adriano, miliciano assassinado e que era ligado a Flávio Bolsonaro, fecha delação premiada com Ministério Público. Saiba tudo na coluna. https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/viuva-de-capitao-adriano-fecha-delacao-premiada-com-mpf
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https://twitter.com/bruna85172176/status/1413139442290753541?s=21 Arrumaco! Eres Cabilla Cachapa, Chévere tu foto, soy un Pavoso lejos de ti. Que Jeva, hago ojitos, así me quedo Gafo! Estoy Empepao; ¡École cuá! Quiero Echarle pichón y voy Echar los perros de pana! My Cotufa: https://www.dancefree.com.co/diario/jerga-en-venezuela
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Casuística! A enfermeira paranaense não sabe. https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413168816494940162?s=21
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https://twitter.com/sigagazetabr/status/1413151415204151306?s=21 É “Crime de Desacato” um órgão oficial ou oficiais chamarem CPI de “Circo!” https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413171315926781957?s=21 Crime de desacato é constitucional e deve ter aplicação restritiva, https://gazetabrasil.com.br/brasil/2021/07/08/clube-militar-emite-nota-em-defesa-da-nota-do-ministerio-da-defesa-e-chama-cpi-da-covid-de-circo-parlamentar/ diz STF: https://www.conjur.com.br/2020-jun-22/tipificacao-desacato-nao-viola-garantia-liberdade-expressao
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🎥🛑El mensaje de @RogerWaters
por el cumpleños de #Assange: https://twitter.com/chalecosamarill/status/1411673496644685824?s=21
⚠️¡Liberen al cumpleañero ahora, idiotas!⚠️
#FreeJulianAssangeNow
#Assange50 #FreeAssange!
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Eric Adams, un ex-policier noir favori de la course à la mairie de New York: https://www.france24.com/fr/am%C3%A9riques/20210708-eric-adams-un-ex-policier-noir-favori-de-la-course-%C3%A0-la-mairie-de-new-york
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European Central Bank shifts inflation target upwards to 2% https://www.theguardian.com/business/2021/jul/08/european-central-bank-shift-inflation-target-upwards-two-per-cent
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Israel demolió este 8 de julio en Cisjordania la casa de Muntasser Shalaby, el palestino que está detenido y acusado de haber matado a disparos a un israelí y herido a otros dos en un tiroteo: https://twitter.com/actualidadrt/status/1413180327049121792?s=21
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“If wars can be started by lies, peace can be started by truth.” — Julian Assange: https://twitter.com/chalecosamarill/status/1413148156016005137?s=21
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"Si las guerras pueden comenzar con mentiras, la paz puede comenzar con la verdad." — Julian Assange: https://twitter.com/chalecosamarill/status/1413163643802357767?s=21
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Nunca Houve Casuística Nas Decisões do Ministério Da Saúde=Quantificação+Estudo Dos Casos de COVID! YouTu.be/DULxAeJmKE0 Decidiram no Ministério Da Saúde brasileiro= intercalar doses vacinas diferentes em Gestantes e Puérperas= baseados em dados fornecidos pela @WHO Organização Mundial Da Saúde sobre vacinas combinadas pra população em geral; Nunca Houve Casuística Nas Decisões do Ministério Da Saúde [MEDICINA: registo, quantificação e estudo dos casos de determinada doença]! https://twitter.com/duducompagnoni/status/1413254024737042444?s=21
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Dog, Cat Owners With COVID-19 Often Pass It To Pets / Donos De Cães E Gatos Com COVID-19 Costumam Infectar Animais De Estimação: https://www.linkedin.com/pulse/dog-cat-owners-covid-19-often-pass-pets-donos-de-c%C3%A3es-compagnoni Dog, cat owners with COVID-19 often pass it to pets | Center for Infectious Disease Research and Policy (CIDRAP) https://www.cidrap.umn.edu/news-perspective/2021/07/dog-cat-owners-covid-19-often-pass-it-petsTwo new unpublished studies suggest that people who have COVID-19 often spread it to their dogs and cats—particularly if they share a bed with their cats—although the pets usually have no or mild symptoms but in a few cases might have severe disease.
The studies will be presented at the Virtual European Congress of Clinical Microbiology & Infectious Diseases (ECCMID) from Jul 9 to 12.
No evidence pets can infect people!
According to an ECCMID news release on the first study, researchers at Utrecht University in the Netherlands dispatched a mobile veterinary clinic to 196 homes of dog and cat owners who had tested positive for COVID-19 from 2 to 200 days before. Veterinary staff obtained nose-throat and rectal swabs from the pets to test for active Coronavirus infection, as well as blood samples to test for antibody evidence of previous infection.
Six of 154 cats (3.9%) and 7 of 156 dogs (4.5%) tested positive for COVID-19, while 31 cats (20.1%) and 23 dogs (14.7%) had Coronavirus antibodies. All 11 pets that underwent a second round of tests after another 1 to 3 weeks tested positive for antibodies, and 3 cats still were positive for COVID-19. The animals had no or mild symptoms.
None of the eight cats and dogs living in the same homes as the pets that tested positive for Coronavirus became infected, suggesting that the Virus didn't spread among the animals. The researchers said that previous studies that found that COVID-19 was more common in pets of infected owners than in pets with no such contact point to human-to-pet transmission rather than pet-to-human spread.
The researchers also said that the results show that human-to-pet COVID-19 transmission is common. Lead study author Els Broens, DVM, PhD, said that people who have COVID-19 should avoid contact with pets as well as people.
"The main concern, however, is not the animals' health—they had no or mild symptoms of COVID-19—but the potential risk that pets could act as a reservoir of the Virus and reintroduce it into the human population," she said in the release.
"Fortunately, to date no pet-to-human transmission has been reported. So, despite the rather high prevalence among pets from COVID-19 positive households in this study, it seems unlikely that pets play a role in the pandemic."
Cats especially susceptible to infection!
A second ECCMID news release details a study out of the University of Guelph in Canada that involved testing 48 cats and 54 dogs of 77 COVID-19 survivors for Coronavirus Antibodies. The owners were asked how they interacted with their pets, including whether they petted or kissed them and whether they permitted them to sit on their lap, sleep in their bed, or kiss or lick their face.
The researchers also tested 75 dogs and cats in an animal shelter and 75 stray cats treated at a low-cost veterinary clinic for Coronavirus antibodies. Thirty-two of 48 (67%) of the owned cats and 23 of 54 (43%) of the owned dogs had antibodies, compared with 7 (9%) dogs and cats at the animal shelter and 2 (3%) of the stray cats.
Eleven (20%) of owned dogs had symptoms, most often lethargy and loss of appetite. Some dogs had a mild, transient cough or diarrhea. Thirteen owned cats (27%) had symptoms, most commonly a runny nose and difficulty breathing. While most cases were mild, three were severe.
The amount of time dogs and owners spent together and the type of contact they had didn't change the dogs' odds of infection; But that wasn't the case with cats, which were at higher risk of Coronavirus infection the more time they spent with their owners, especially if they shared a bed.
The researchers said that cats have biological factors that make them more vulnerable than dogs to COVID-19, such as viral receptors that allow the Virus to more easily infect cells. Cats are also more likely than dogs to sleep near their owner's face, which increases their exposure to the Virus.
They added that because the infection rate in animals with owners was higher than in those at the shelter and the stray cats, humans are more likely spreading the Virus to pets than vice versa, something previous studies have also shown.
Lead author Dorotheee Bienzle, DVM, PhD, recommends that infected owners keep away from their pets and not allow them into their bedroom. "I'd also recommend that you keep your pet away from other people and pets," she said in the release.
"While the evidence that pets can pass the Virus on to other pets is limited, it can't be excluded," she added. "Similarly, although pets have not been shown to pass the Virus back to people, the possibility can't be completely ruled out."
Donos de cães e gatos com COVID-19 costumam infectar animais de estimação | Centro de Pesquisa e Política de Doenças Infecciosas (CIDRAP) https://www.cidrap.umn.edu/news-perspective/2021/07/dog-cat-owners-covid-19-often-pass-it-pets Dois novos estudos não publicados sugerem que pessoas com COVID-19 muitas vezes transmitem pra cães e gatos — especialmente compartilhando camas — embora os animais de estimação geralmente não apresentem sintomas ou sintomas leves, mas alguns casos podem ser doenças graves.
Ditos estudos serão apresentados no Congresso Europeu Virtual de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas (ECCMID) de 9 a 12 de julho (2021).
Nenhuma evidência afirma que animais de estimação podem infectar outras pessoas!
https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-06/esoc-ssi062921.php Num comunicado pra imprensa do ECCMID sobre o primeiro estudo — pesquisadores da Universidade de Utrecht, na Holanda — enviaram uma clínica veterinária móvel para 196 casas de donos de cães e gatos que testaram positivo pra COVID-19 cerca de 2 até 200 dias antes; Dita equipe veterinária obteve esfregaços do nariz-garganta e retais dos animais de estimação pros testes de infecção ativa por Coronavírus, bem como amostras de sangue para testar evidências de anticorpos evidenciando também infecções anteriores.
Seis de 154 gatos (3,9%) e 7 de 156 cães (4,5%) testaram positivo pra COVID-19, enquanto 31 gatos (20,1%) e 23 cães (14,7%) tinham anticorpos contra o Coronavírus; Os 11 animais de estimação passaram por um segunda rodada de testes no período de 1 até 3 semanas testaram positivo para anticorpos após, 3 gatos ainda permaneceram positivos para COVID-19; Alguns animais continuaram sem sintomas — outros com sintomas leves.
Oito cães e gatos não foram contagiados, mesmo dividindo casas com outros mascotes que testaram positivo pra Coronavírus= sugerindo que o Vírus não se espalhou entre os animais. Os pesquisadores disseram que estudos anteriores mostram como COVID-19 é mais comum em animais de estimação de proprietários infectados — do que em mascotes sem tal ponto de contato para transmissão humano-animal e, sem propagação animal-homem.
Estes pesquisadores também disseram que os resultados mostram= que a transmissão da COVID-19 de humano para animal é comum. O principal autor do estudo, Els Broens, DVM, PhD, disse que doentes com COVID-19 devem evitar o contato com animais de estimação e também com outras pessoas.
"A principal preocupação, no entanto, não é a saúde dos animais — identificados como assintomáticos ou com sintomas leves da COVID-19 — mas o risco potencial de que animais de estimação pudessem atuar como reservatórios do Vírus e reintroduzi-lo na população humana", disse ela no lançamento.
"Felizmente, até o momento, nenhuma transmissão de animal para humano foi relatada; Portanto, apesar da prevalência bastante alta entre animais de estimação de famílias positivas pra COVID-19 neste estudo, parece improvável que os mascotes desempenhem um papel na pandemia."
Gatos especialmente suscetíveis a infecções!
https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-06/esoc-cmc062921.php Um segundo comunicado à imprensa do ECCMID detalha o estudo da Universidade de Guelph, no Canadá, que testou Anticorpos contra Coronavírus em 48 gatos e 54 cães de 77 sobreviventes da COVID-19; Ditos proprietários foram questionados sobre como eles interagiam com seus animais de estimação, incluindo: carícias + beijos + sentar mascotes no colo, dividir camas e deixá-los lamber rostos.
Os pesquisadores também testaram anticorpos contra Coronavírus em 75 cães e gatos dum abrigo de animais e 75 gatos de rua tratados de uma clínica veterinária de baixo custo; Trinta e dois de 48 (67%) dos gatos com donos e 23 de 54 (43%) dos cães com proprietários tinham anticorpos, em comparação com 7 (9%) cães e gatos do abrigo de animais e 2 (3%) dos gatos de rua.
Onze (20%) dos cães com donos apresentaram sintomas, na maioria das vezes letargia e perda de apetite. Alguns cães tiveram uma tosse ou diarreia leve e transitória. Treze gatos (27%) tinham sintomas, mais comumente coriza e dificuldade para respirar. Embora maioria dos casos tenha sido leve, três foram graves.
A quantidade de tempo que cães e donos passaram juntos e o tipo de contato que eles tiveram não alteraram chances de infecção dos caninos; Mas este não era o caso com os gatos, que corriam maior risco de infecção por Coronavírus quanto mais tempo passavam com seus donos, especialmente se compartilhassem uma cama.
Pesquisadores disseram que gatos têm fatores biológicos que os tornam mais vulneráveis pra COVID-19 do que os cães, como receptores virais que permitem que o Vírus infecte as células com mais facilidade. Gato também tem maior probabilidade do que o cão de dormir perto do rosto do dono, o que aumenta sua exposição ao Vírus.
Os estudiosos acrescentaram que, com taxa de infecção em animais domésticos mais alta que naqueles do abrigo e gatos errantes, humanos são propensos pra espalhar o Vírus para os animais de estimação do que vice-versa, algo que estudos anteriores também mostraram.
A autora principal Dorotheee Bienzle, DVM, PhD, recomenda que proprietários infectados fiquem longe de seus mascotes= sem dividir quartos; "Eu também recomendo que você mantenha seu mascote longe de outras pessoas e animais de estimação", disse ela no comunicado; "Embora evidências de mascotes transmitindo o Vírus para outros animais de estimação sejam limitadas, não podem ser excluídas", acrescentou ela. "Assim mesmo, embora não tenha sido demonstrado que animais de estimação transmitem o Vírus para pessoas, esta possibilidade não pode ser completamente descartada."
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Denver Zoo will start vaccinating animals for COVID-19 as early as next week — The Denver Channel: https://www.thedenverchannel.com/news/local-news/denver-zoo-will-start-vaccinating-animals-for-covid-19-as-early-as-next-week
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http://LinkTr.ee/10.000feet + https://youtu.be/y4_73E-2iYI
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9/7/2019; https://www.facebook.com/100002914128794/posts/2367619650011816/?d=n 🍼🧹#Bolsonaro defende trabalho infantil é pra criança conseguir se aposentar! Twitter.com/jose_simao/status/1148373338194137094
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Confira mitos e verdades sobre a transmissão da COVID-19 pelos olhos!
Em quais situações é preciso usar protetores de rosto? O vírus pode causar sintomas nos olhos? Tire algumas dúvidas sobre olhos e COVID-19: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/medico-de-olhos/medico-de-olhos-sa/noticia/2021/06/16/confira-mitos-e-verdades-sobre-a-transmissao-da-covid-19-pelos-olhos.ghtml
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#COVID19 reflects #SARS origin from 17 years ago, study claims virus came from animals https://www.dnaindia.com/world/report-covid19-reflects-sars-origin-from-17-years-ago-study-claims-virus-came-from-animals-coronavirus-update-coronavirus-cases-research-wuhan-china-2899761
#Coronavirus.
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